segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Excerto das SETE CANÇÕES DE DECLÍNIO

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Pinturas a «ripolin»,
Anúncios pelos telhados -
O barulho dos teclados
Das Linotype do «Matin»...

Sabiam que linotypes iguais existiram, durante décadas, no vespertino DIÁRIO DE LISBOA, onde FERNANDO PESSOA e ROGÉRIO PEREZ planearam, pela primeira vez, a edição das obras inéditas de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO?

Aqui está o azulejo que representa uma delas, desenhada por Stuart de Carvalhaes, para a escadaria da Redacção do jornal, na década de 1920.




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SETE CANÇÕES DE DECLÍNIO.


Fragmento do manuscrito de
SETE CANÇÕES DE DECLÍNIO

Em: caderno de poemas enviado a Fernando Pessoa, pelo correio e sem franquia paga, em 1916. Pessoa guardou-o religiosamente, tendo-se encarregue de divulgar e publicar, até à sua própria morte, em 1935, a obra do seu melhor Amigo. (adquirido já no século XXI, em leilão, pela Biblioteca Nacional de Lisboa)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

REPORTAGEM DE UMA PAIXÃO: A FOTOBIOGRAFIA

Crítica literária publicada em 1988 
sobre a pioneira FOTOBIOGRAFIA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO 
escrita por MARINA TAVARES DIAS. 
Texto do jornalista Rodrigues da Silva.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

O ÚLTIMO TEXTO DE MARINA TAVARES DIAS NO 'DIÁRIO DE LISBOA'

Último texto de Marina Tavares Dias, no jornal que divulgou pioneiramente, na década de 1920, a obra de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. Sobre o livro «Mário de Sá-Carneiro e o(s) Outro(s)», de Fernando J. B. Martinho.

Neste último número do «Diário de Lisboa», MARINA TAVARES DIAS escreveu assim sobre o encerramento do 'seu' jornal: 'JUNTAMO-NOS HOJE A ELES, NO PASSADO QUE O FUTURO JÁ NÃO PODE ESTRAGAR'.

Com a mesma força, e sem estrago causado pelos anos, essas palavras ecoam agora nesta página. Em dupla homenagem.



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013