terça-feira, 26 de abril de 2016

Centenário da morte de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO. HOJE.

HÁ UMA ETERNIDADE
EM 25 ANOS DE VIDA... OU DE MORTE.

Vinte e seis anos desde que celebrámos um centenário feliz: o do seu nascimento.
Hoje, assinalamos aqui uma data triste: o dia 26 de Abril de 1916 (Mário de Sá-Carneiro não completara ainda os 26 anos de idade). 26 de Abril de 2016. Centenário da sua morte.

Antes, uma longa lista de iniciativas, possíveis graças ao desvelo da escritora MARINA TAVARES DIAS:

- MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO, Vida e Obra em exposição na UNESCO, em Paris.
- MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO com a última morada parisiense visitada pelo Presidente da República.
- MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO como tema de mostra iconográfica em Lisboa, no Instituto Franco-Português.
- Edição especial da «Fotobiografia de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO» (1ª edição de 2008)
- Descerramento de placa comemorativa no Hotel de Nice (Rue Victor Massé, Paris)
- Descerramento de placa comemorativa no Café de La Paix (Boulevard des Capucines, Paris)
- Edição especial, em francês, pelos livros La Diférence.
- Palestra com David Mourão-Ferreira, Maria Aliete Galhoz, Marina Tavares Dias, António Quadros e Fernando J. B. Martinho (Lisboa).
- Palestra com Eduardo Lourenço, Marina Tavares Dias, Eduardo Prado Coelho, François Castex (Paris).
- Exposição na Biblioteca Nacional, a partir da cronologia, determinada por Marina Tavares Dias, exposta à entrada.
- Edição de catálogo da Biblioteca Nacional.
- Edição de catálogo, em francês, da UNESCO.
- Edição de cartaz com a caricatura de Mário de Sá-Carneiro
 por Almada Negreiros (UNESCO)
- Edição especial do jornal «Diário de Lisboa».
- Edição especial da revista «Colóquio-Letras», dirigida por Joana Varela (Fundação Calouste Gulbenkian).

                                                   
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Ignoramos o que se preparou para este centenário triste. 26 anos são uma vida. Passaram em 26 micro-segundos. Mudaram 26 milhões de coisas. Em Paris. Em Lisboa. Em nós.

1890 - 1916.
1990 - 2016.

A obra de MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO, eternamente celebrando-se a si mesma, fica. Está. Estará. Para quem mereça.




(apenas
algumas imagens
e peças
dos eventos
de 1990)
















sábado, 6 de setembro de 2014

De automóvel

«Mário de Sá-Carneiro descreve, no conto juvenil “João Jacintho”, a garagem para onde se dirigia o automóvel que atropela o protagonista. Garagem que ainda existe, na Rua Alexandre Herculano, constituindo exemplo interessante da arquitectura da época. Mário de Sá-Carneiro devia conhecê-la bem, visto ter sido Carlos Augusto de Sá Carneiro, pai do poeta, um dos primeiros lisboetas a requisitar "licença de condução" nos primeiros anos do século XX. Rogério Perez recordará, em 1938, num artigo do "Diário de Lisboa", os passeios com o colega Mário, de automóvel, pela Avenida da Liberdade, a caminho deste local.»

(As Melhores Fotografias da Lisboa Desaparecida 





sexta-feira, 28 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

NIAGARA

Postal mandado a Mário de Sá-Carneiro pelo seu pai, em 1904.

American Falls (General View) Niagara Falls. N.Y.
28 Junho [1904] - Niagara Falls.

Querido Mario,
Estou nas cataratas do Niagara desde ontem. Surpreendente. Vou amanhã para Buffalo, e em 30 à tarde ou 1 da manhã estarei em New York. Mil lembranças a todos
e um abraço para ti do teu muito amiguinho

Carlos



(«Cartas a Maria e Outra Correspondência Inédita»
de
Mário de Sá Carneiro.
Organização e fixação do texto: Marina Tavares Dias, 1993)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Um postalinho para a pequena Edith

MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO escolheu este bilhete postal ilustrado para enviar, de Paris, à sua pequena Tia Edith, filha tardia do avô, José Paulino de Sá-Carneiro. Em 1988, com mais de 85 anos, Edith de Sá-Carneiro contribuiu para a FOTOBIOGRAFIA DE MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO, de MARINA TAVARES DIAS, com depoimentos inéditos sobre o sobrinho, 15 anos mais velho. O postal estava datado de 1915 e aparece, com o verso manuscrito, na FOTOBIOGRAFIA.